É aquela que utiliza alimentos que estejam o mais próximo possível de seu estado na natureza, e que sejam próprios para consumo humano. Em termos gerais, quanto menos acrescentarmos ou retirarmos de um alimento, mais natural ele será. Assim, agrotóxicos, aditivos, conservantes, corantes, hormônios, antibióticos e outros produtos químicos acrescentados aos alimentos tornam esses alimentos cada vez mais artificiais. Por outro lado, alimentos refinados dos quais foram retiradas partes importantes e nutritivas também não se encaixam numa alimentação natural.

Os que propõem a alimentação natural observam que a maioria dos alimentos que consumimos nos dias de hoje possuem cada um isoladamente uma grande quantidade de produtos químicos, muitos deles completamente sintéticos. Afirmam que muitos dos males físicos e psicológicos do homem moderno poderiam estar relacionados a essa alimentação incompatível com o organismo humano. Cereais integrais, frutas e hortaliças frescas e sem agrotóxicos, e carnes e laticínios livres de hormônios e medicamentos proporcionam uma alimentação mais saudável, equilibrada e em harmonia com o meio ambiente.

A escolha de uma alimentação natural engloba algumas atitudes. Por exemplo, comprar o máximo possível de alimentos locais (mais próximos, mais frescos, menos agrotóxicos, menos conservantes). E utilizar pouco ou nenhum alimento processado, refinado e, de maneira geral, industrializado (menos conservantes, menos corantes, mais fibras, menos sódio).

Nem sempre é fácil eliminar completamente os alimentos industrializados de nossa mesa. E, diferente de outros países, o Brasil ainda não possui certificações oficiais para produtos orgânicos, animais criados de forma natural ou abate sem sofrimento. Mas, ao fazer suas compras, procure aproximar-se o mais que puder dos princípios da alimentação da natural. Seu corpo, sua mente e o planeta vão agradecer.

Ana Carolina Costa Nutricionista Estilo Vitae. CRN :10101258